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Bruno Costa
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13:35
Por das 22 horas a
banda começa a se apresentar, com um vocalista bem performático algo não muito
comum em se tratando do rock cuiabano. Houve varias participações especiais,
entre elas a do Caio Espindola (Billy
Brown e o Incrível Magro de Bigodes) com uma viola de coxo nada comum, simplesmente
ele acrescentou um captor duplo assim dando ao instrumento uma sonoridade de
uma guitarra de blues.
Voltando a falar do
vocalista, sua atitude em palco era bem ao estilo do Placebo, alias
coincidentemente havia alguém na plateia com a camiseta da banda
norte-americana o qual sabia cantar na ponta da língua as canções do Engenho de
Dentro.
Além deles se
apresentaram na noite o pessoal do projeto Caçula do Pandeiro dando um show de
talento quando se trata de samba no pé e criatividade com o pandeiro. O grupo já
se apresentou no quadro Se Vira nos 30
do programa Domingão do Faustão. Antes
houve a samba de Luciana Bonfim, alias,
ela fez uma excelente apresentação, apesar de haver tantas pessoas presentes,
isso não intimidou sua apresentação, a Arena Cultural esta aberta todos os dias
a partir das 19 h até o dia 22 deste mês.
Caio Espindola e sua guitarra de coxo fazendo uma participação especial no show de Engenho de Dentro
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Bruno Costa
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11:39
Assistindo
ao programa superstar, da Rede Globo, notei a presença de várias bandas famosas
no cenário independente brasileiro. Bandas como Malta, Cw7, Fake Number,
Instinto, The Fuzzcas, Depois Do Fim. The Cluster Sisters, entre outros.
O
primeiro ponto a ser analisado é que havia me esquecido o quanto o underground
brasileiro é rico em talento e criatividade. Foram bandas dos mais diversos
estilos e regiões , agora o que chama a atenção é que mesmo elas
fazendo um certo sucesso, gravando videoclipes e lançando EP´s ainda há credito da parte delas no mainstream.
Mas
esse crédito talvez seja fruto da dificuldade em viver de música, mesmo com a era
digital que deu um ar de frescor para alguns artistas e também se tornou
um verdadeiro assombro na vida das gravadoras. Um caso famoso foi com o Napster
no começo dos anos 2000, o qual foi processado pelo por Lars Urich, baterista
do Metallica pelo compartilhamento de suas musicas e mais recentemente no ano de 2012
o fim do servidor Mega Upload pelo mesmo motivo.
O
boom da internet que parecia resultar no fim das gravadoras na verdade ofereceu
uma nova opção ao mercado fonográfico com os downloads pagos, agora voltando ao
meio independente é inegável que atualmente seja mais fácil montar uma banda,
gravar material e sair distribuindo por ai, isso se deve claro, além da
internet, ao aumento do poder aquisitivo da maioria da população brasileira que
na época em que este que vos escreve era criança não era muito. Mas isso ainda não
significa 100% de possibilidade de viver da musica para as bandas, por isso ainda
acreditam nas gravadoras (apesar dos pesares). Honestamente meu único receio é
que elas venham a se deslumbrar com o sucesso e por consequência acabarem por
perder sua essência. Mas também é compreensível a vontade de viver , no sentido
de ter a música, especialmente o maravilhoso Rock n Roll como meio de sustento.
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Bruno Costa
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09:45
Ontem
, dia 24, aconteceu o primeiro dia do Armazém Universitário, evento que ocorreu no Centro
Cultural da Universidade Federal de Mato Grasso (UFMT). Para quem aprecia livros antigos e discos vinis havia stands com com várias obras das consideradas clássicas. Além disso teve o show de Regina Rangel que fez um tributo
a Raul Seixas, a apresentação começou com aproximadamente uma hora e meia de
atraso, a vocalista inclusive comentou a respeito antes de tocar as musicas.
" Devido ao
atraso vamos tocar somente 40 minutos, mas com o melhor de Raul Seixas e quando a reitoria falar nós vamos
parar por causa dos horário".
Mas isso não
tirou o animo dos presentes que cantaram com bastante entusiasmo canções como
Gitã e Metamorfose Ambulante, hoje segue o ultimo dia com o apresentação da
banda Monocromatas. Em resumo o evento foi muito, a Regina mandou muito bem, mostrou segurança e domínio de palco. Mas o que quase prejudicou, foi mesmo o atraso, fora isso, estava tudo ok.
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Bruno Costa
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09:52
Ontem, estava andando
rumo a mais um rolê e conversa com amigos na Praça Alencastro, quando saio do
meu local de trabalho já começa a surpresa. Estudantes do Liceu Cuiabano
estavam promovendo uma passeata pela Avenida a Getúlio Vargas no qual a principio
eu não havia entendido, mas continuei a caminhada rumo a praça. Chegando la
havia um bom numero de pessoas incluindo estudantes do Ensino Médio e da UFMT,
militantes de movimentos políticos – estudantis, faixas e cartazes com frases
contraria a repressão policial. O protesto era para lembrar o que ocorreu em
1964, que foi nada mais que um golpe militar que deu origem a um longo período ditatorial
no Brasil. De la pra cá se passaram 50 anos e parece que muita coisa não mudou,
alias o protesto não era somente por causa da ditadura daquela época, mas como
também do que a policia militar de Cuiabá estava fazendo com quem frequenta a praça em
busca de um papo com os amigos e umas voltinhas de skate. Em meio ao clima de
manifestação houve o momento do hip-hop com uma galera nota 10 em improviso, o
cara do beat-box simplesmente arrasou,
houve também poesia socialista, que por sinal ficou bem bonita. Mas é
claro que pelo fato do cara ter uma ideologia socialista particularmente não
curti, não só o poeta, mas também vários que ali se encontravam.
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Bruno Costa
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07:39
Foto com todos os Acadêmicos de Jornalismo do 5° semestre
Bom, fiquei muito feliz, mas não foi fácil porque sempre estava faltando algo . Eu e minhas 5 colegas nos esforçamos muito para que no evento ocorresse tudo
bem e graças a Deus deu certo, foi cansativo, nos esforçamos muito. Mas, valeu muito a pena!!
Ana Sampaio, aluna do 5° semestre de Jornalismo, foi uma das alunas organizadoras da 1° parte do evento.